Im nin'alu
Dal thae na di vim
Dal thae na di vim
Dal thae ma di rom
Staring up into the heavens
In this hell that binds your hands
Will you sacrifice your comfort?
Make your way in a foreign land?
Whrestle with your darkness
Angels call your name
Can you hear what the're saying?
Will you ever be the same?
Isaac
Para variar spielberg faz uma filme sobre a família.
Sim disse famíla e não sobre a questão palestiniana e sobre a guerra que os Eua travam desde sempre com vista ao fim do terrorismo, um contrasenso eu sei... não será antes o desejo dos Eua de se tornarem num género de nova "terra prometida"?. Não quererão eles ser a nova jersusálem de outros tempos, até onde é bom ser patriota...patriotismo náo será mais que a germinação de um vírus chamado
nacionalismo....
E quando me refiro a família, refiro-me àquilo a que chamamos de lar, pátria, coração, bandeira, sangue...pó...
Não se pode dizer que
Munich seja um filme de interpretações como
Lista de Schindler, nem tão pouco um filme "à la Spielberg", com tudo a que temos de direito, não é mesmo.
Eric Bana ( por muito que este actor me agrade) não convence...o ilustre
Geoffrey Rush não desmotiva, funcionando não como a consciência do assassino com causa justa ( algo que nunca entenderei), mas mais como a voz da pátria que teima em exigir algo que jamais deveria ser exigível...carne humana.
Como secundário,
Daniel Craig resulta bem, uma personagem algo estereotipada como convém a Spielberg e ao grupo em questão, mas está sem dúvida à altura- o nosso nouveux Bond.
A acção de
Munich é lenta..diria eu mesmo muito lenta, é uma viagem pela Europa à procura dos senhores da acção terrorista, enquanto o grupo pelo qual torcemos (ou não) se mantém unido, e vive cada dia na esperança de que tudo termine pelo melhor...como se fosse possível, com muita jantarada à mistura, o drama familiar da praxe, e a vontade de acordar em casa.
A banda sonora é para variar do majestoso
John Williams, que eleva
Munich a um nível compensante mas não profundamente satisfatório, que nos faz sorrir com as alusões musicais è época em questão, músicas de sempre..a música sempre a música.
O realizador já sabemos que há muito que queria
levar o assunto à tela, mas foi sem dúvida um erro dirigi-lo com um único objectivo: o dos Óscares- em tempo record, com uma pré e pró produção relâmpago (foi o que me constou),
Munich tem falhas detectáveis até pelo olho menos treinado...e refiro-me ao meu, porque nem sempre reparo...mas...enquanto chove lá fora, sair de casa já molhado é gozar com os 5 euros e 20 centimos que nos custam os olhos da cara.
Queria muito fazer desta minha visão do filme algo mais poético, mas não consigo, revela-se muito difícil, primeiro porque não me agradou de todo e segundo porque para variar é mostrada uma visão das coisas que não é nem pode ser a visão imparcial dos factos, mas vá lá desta vez não é a história de um americano a salvar o dia, porque não dava mesmo claro...
Nomeaação a melhor filme...vai-se lá entender, o Spielberg que me perdoe porque admiro-o
abbastaza bene, mas até os grandes se esquecem de coisas no momento da condenação política, mesmo quando esta é usada a nível particular de modo a expressar o mundial...aquele que volta vai sempre voltar...e quem mata, morre muito antes de premir o gatilho.
E não esquecer que
pappa was a Rolling stone!!