Só temos uma vida.E porque tudo o que vejo, vejo como nos filmes. E porque tudo o que fazemos e sentimos pode ser recordado nas asas de um caleidoscópio em pleno movimento. Se há "acção" eu revelo por aqui.
terça-feira, janeiro 17, 2012
E uma vida é tudo o que precisamos
Só temos uma vida.quarta-feira, janeiro 11, 2012
Vou contar-vos uma história
segunda-feira, janeiro 09, 2012
terça-feira, janeiro 03, 2012
sábado, dezembro 31, 2011
Nunca fui uma entusiasta de noite de passagem de ano, porque sempre vivi este período com a ideia que tinha de começar tudo de novo, e nem sempre admirei a ideia da «estaca zero».Em Janeiro, acaba de nascer, é um ser frágil e que precisa de protecção e paciência, resmunga um pouco, e por vezes até se arrelia por estar tão no início.
Assim é a vida do «Ano» que se renova de 12 em 12 meses, vive intensamente e nunca se deixa ficar. Nesta pessoa, revejo-me e materializo sensações e emoções. Os meses mais felizes são os últimos porque não temem o seu fim, já que viveram verdadeiramente como dizia alguém que já se foi.
segunda-feira, dezembro 26, 2011
Foi assim
quinta-feira, dezembro 08, 2011
É Natal outra vez
segunda-feira, dezembro 05, 2011
In, CEGO,SURDO E MUDO
Uma amiga escreveu sobre mim e o «driver» no seu blog. Fiquei tão comovida, que não tinha como não partilhar.
O passeio dos velhos
quarta-feira, novembro 23, 2011
A menina que eu era
A menina escrevia em folhas. Desenhava letras, coloria flores e colhia sonhos pintados a caneta de feltro.quinta-feira, novembro 17, 2011
Como ferro ardido
sábado, novembro 12, 2011
Passagem de ano
quinta-feira, novembro 03, 2011
Outono
quarta-feira, outubro 26, 2011
Olhemos sem medo
segunda-feira, outubro 03, 2011
Aguarela
Começa por ser uma mancha de cor, difusa à espera de contorno.sábado, outubro 01, 2011
Mudar
segunda-feira, setembro 26, 2011
Woody Allen volta a fazer um grande filme.domingo, setembro 11, 2011
Já não sei escrever
Apercebo-me disso. Não por aquilo que escrevo mas por aquilo que não sinto, e escrever é uma questão de sentimento, mais do que outra coisa qualquer.
Outrora foi uma libertação, uma forma de expressão, um corredor largo e alto que percorria de pena na mão, lenta e docemente. Hoje as paredes são apertadas e baixas, o chão escorregadio e não encontro métrica ou forma.
Pergunto-me se foi a minha libertação o que me condenou. Escreverei melhor quando preciso de espaço? Penso no que sempre me levou a escrever, sobre o que escrevo e no que gostaria de escrever. Apercebo-me de que não sei. Não faço a mais pálida e comum ideia. Aliás, senso-comum é coisa cada vez menos comum no mundo em que vivo.
Analiso o problemo, disseco as partes que previamente separei e coloquei em lamelas. Chego o microscópio para junto de mim, afasto a poeira incómoda e olho pela lente.
Espaço. Distância que posso ou não pedir aos demais, distância em que permaneço ou abandono, distância que percorro calma ou a passo acelerado. Espaço é coisa que não me falta. Os caminhos são percorridos a seu tempo, nunca fui apreciadora de corrida, quanto muito de passo-corrida e se me apanharem a fazê-lo, finjo que não sou eu. Peço espaço com regularidade para me encontrar comigo mesma, para reflectir e para logo sentir que não preciso de muito desse mesmo espaço para ser feliz.
Sempre gostei de escrever. Desde pequena. Recordo as composições que a Professora Maria Manuel mandava fazer em casa ou na escola, escrevia sempre demais, enquanto houvesse carvão e folhas. Escrevia, sobre o mar, o campo, a familia e os amigos, os passarinhos, o jogo da macaca, o vestido aos quadradinhos brancos e cor de rosa. Escrevia sobre o Natal, o Pão por Deus e a Páscoa, os pardais aninhados nas telhas da escola e as abelhas que nos picavam no recreio e se me fosse pedido escrevi a até sobre o Universo, mesmo ciente de que era uma coisa muito grande e que só me seriam ensinadas mais coisas quando fosse mais crescida e mudasse de escola.
Hoje escrevo exactamente sobre as mesmas coisas, com mais ou menos detalhes, e com a vantagem de já ter vivido uns anos e perceber qua antes as coisas eram de uma forma e agora são ridiculamente iguais. Mudando-se alguns adjectivos, fazendo uso de advérbios de modo e revelando aqui e ali algum je ne sais quoi de cultura geral.
De futuro gostaria de continuar a escrever sobre estas coisas mas de forma mais pueril. Porém como o posso fazer se hoje sei mais do que ontem e amanhã é para mim uma janela aberta a uma paisagem composta por milhares e milhares de perspectivas animadoras? Precisarei de me desligar de algo a mais, precisarei de algo a menos? Sempre gostei mais de prosa, acho-a a mais apaixonante que a poesia, a arte dos que se apaixonam por tudo o que respira. Não quero com isto dizer que não me derreta com versos de Wordsworth, que não reflicta ao ler Victor Hugo, que não me encante com um presente recente de nome Emily Dickinson. Quero sim afirmar que esses eram grandes demais, souberam fazer da frase curta um hino à gransiosidade da palavra.
Eu não o sei fazer, prefiro a prosa que me permite escrever tudo o que me vem à cabeça, porém acho sempre que escrevo frases curtas exactamente porque apreciso poesia que transformo em prosa. Talvez não tenha ainda encontrado a forma certa, talvez apenas a encontre quando deixar de procurá-la e ela sentir-se livre e por isso preparada para mim.
sexta-feira, agosto 19, 2011
sexta-feira, agosto 12, 2011
Para o meu pai
quarta-feira, agosto 10, 2011
Porque dominar é preciso - e comer também.
segunda-feira, julho 18, 2011
A Árvore da Vida
sexta-feira, junho 24, 2011
domingo, junho 12, 2011
domingo, maio 22, 2011
O sonho que nunca mais esqueci
Ela sonhava com o pai.sexta-feira, maio 06, 2011
O menino no tractor
Van Gogh, Path through a field with willows, 1888
terça-feira, maio 03, 2011
Uma noite assim
segunda-feira, abril 11, 2011
segunda-feira, abril 04, 2011
Uma tarde como outra qualquer
sexta-feira, abril 01, 2011
Escuro
segunda-feira, março 28, 2011
Chuva para o almoço
Às vezes, mesmo sabendo que não temos razão, prosseguimos e não avistamos para lá de entre as gotas de chuva. O Sol deixa de espreitar e não conseguimos opor-nos aos nossos próprios sentimentos, mesmo sabendo que não temos razão. Trata-se de uma sensação ridícula, um cansaço da alma que corrompe os sentidos e não nos permite ver com a clareza que precisamos. Saber que não se faz o certo e mesmo assim persistir, saber que a vida é boa e bela demais para ser medida em folhas de papel mal impressas. Deixemos a chuva cair e levar com elas os nossos medos, nada há a temer. Nada. Viver apenas, respirar o teu corpo e deixar-nos cair no trapézio sem rede que é a nossa vida.
quinta-feira, março 17, 2011
segunda-feira, março 14, 2011
quarta-feira, março 09, 2011
127 horas
segunda-feira, março 07, 2011
A dois
terça-feira, março 01, 2011
Mudar de casa...mudar de vida?
domingo, fevereiro 13, 2011
F.u.t.u.r.O
Futuro.quarta-feira, fevereiro 09, 2011
sexta-feira, fevereiro 04, 2011
Hino
quinta-feira, janeiro 27, 2011
Do que gosto?
quarta-feira, dezembro 29, 2010
sábado, dezembro 18, 2010
sábado, dezembro 11, 2010
Porque o coração não sabe ler
sexta-feira, dezembro 03, 2010
A ave
segunda-feira, novembro 29, 2010
domingo, novembro 07, 2010
sábado, novembro 06, 2010
Incrível









