E porque tudo o que vejo, vejo como nos filmes. E porque tudo o que fazemos e sentimos pode ser recordado nas asas de um caleidoscópio em pleno movimento. Se há "acção" eu revelo por aqui.
sexta-feira, maio 18, 2007
quarta-feira, maio 16, 2007
quarta-feira, maio 09, 2007
B.A.S.T.A
sábado, abril 28, 2007
Um deus que não pode decidir
terça-feira, abril 24, 2007
ÉS GRANDE
quarta-feira, abril 18, 2007
Três horas, um amor (monólogo, porque falava com um morto)
sexta-feira, abril 13, 2007
Irritabilidade literária
sábado, abril 07, 2007
Tal como diz o coelhinho
sexta-feira, abril 06, 2007
This is Sparta!!
sexta-feira, março 30, 2007
Pediram-me que escrevesse qualquer coisa
quinta-feira, março 22, 2007
domingo, março 18, 2007
sexta-feira, março 16, 2007
sábado, março 10, 2007
É difícil nomear coisas
sábado, fevereiro 24, 2007
Diário de um tal Jesus
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
É tempo!
sábado, fevereiro 10, 2007
Pietà
terça-feira, janeiro 30, 2007
AlegriaS e DecepçõeS
(from The queen, 2006)
quarta-feira, janeiro 10, 2007
domingo, janeiro 07, 2007
Open up your heart as well as your eyes
(imagens do filme)
quarta-feira, janeiro 03, 2007
A lista
sábado, dezembro 30, 2006
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Agora que voltaste à casa que construi para nós
quarta-feira, dezembro 27, 2006
The pursuit of happyness
domingo, dezembro 24, 2006
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Querido Pai NataL:
quarta-feira, dezembro 20, 2006
É bom saber que não sou a única
sábado, dezembro 16, 2006
Boneca de trapos
Alison Lonham, in Big Fish (2003)
sexta-feira, dezembro 08, 2006
A feiticeira
quarta-feira, novembro 29, 2006
O estranho do Oriente
segunda-feira, novembro 27, 2006
MãosFriasCoraçãoQuente
(faz sentido ler e ouvir Jem ao mesmo tempo)
sexta-feira, novembro 24, 2006
"The name's Bond...James Bond"
quinta-feira, novembro 23, 2006
Doença
Chorar não, não preciso, se o quisesse já o teria feito, não acredito na intelectualização da sensação que se transforma em sentimento, parece um processo científico, elaborado entre tubos de ensaios e experiências mal pensadas, feitas por cientistas loucos e filósofos frustrados, acredito sim na expressão do sentimento em palavras, na intuição, no estalar dos dedos como se se espalhasse brilho por entre eles, acredito no olhar, e que as minhas palavras cantem tudo o que não disse, o que não digo ou o que nunca direi...um dia digo-as e deixo as palvaras escritas esquecidas numa caixa de Pandora!
Dias tão diferentes, uns tão bons e outros tão maus. Ir para longe...ignora.Vou ficar, cobrir-me até ao pescoço, beber o chá de limão quente e doce, amarelo e forte, que não sei se faz bem, só sei que sabe bem.A dor vai dissipar, dissipa sempre.
"Dorme mais um bocadinho menina, a mãe chega mais cedo hoje e traz a fruta que pediste."
Acendo a luz, está um fio de cabelo na mesa de mármore, deixa ver melhor (o que eu faço para não sentir)...acho que é meu, infelizmente não tenho comigo o estojo do C.S.I que o Horatio me deu de presente de aniversário. Quando terá ele caído..porque é que caíu em primeiro lugar?
Ainda bem que sirvo para mais do que isso.Ignora.Ignora. Quando doer menos sento-me ao computador e passo estas linhas para o écran.
Até lá, ignora.
domingo, novembro 19, 2006
Grandes expectativas
sexta-feira, novembro 17, 2006
.................................desculpa
terça-feira, novembro 14, 2006
"Um ano especial"
Os outros não têm de perceber não é?...
Foi com muito gosto que entrei de rompante à famosa AE no corredor de Hogwarts para me debater "educadamente" com a senhora que lá estava: "Por acaso não tem nada para uma tal de Aurora?", "não" foi a resposta, "oh procure lá bem, a mim falaram-me numa gaveta...sim eu sou a Aurora.." e assim foi que consegui a correspondência do Prometheus!!
Foi também com muito agrado que li a folha "GENERIS" escrita com a caneta "que escreve bem" dada numa conferência de Imunolgia (como gostava de saber mais sobre imunologia).
Foi também com agrado que automaticamente respondi "sim" ao convite feito de forma tão delicada...a Princesa só tem um pequeno problema. A princesa nunca foi ao local "algures não sei onde" mais tarde dado como (Fórum Lx)...a princesa precisava de ser guiada até ao loco!!
A princesa entra muito cedo amanha, às oito horas da manhã mais propriamente, a princesa espera que o Prometheus leia a tempo estas palavras e arranje um loco de encontro, a princesa está "livre" das amarras académicas a partir das dezoito e trinta.
A princesa mandou outra mensagem ao Prometheus, uma menos visível a leituras alheias, espero que o Prometheus a receba.
E porque agora tornei este meu espaço numa troca de correspondência, uma última constatação: o nevoeiro de hoje maravilhou-me, parece que um tal de Prometheus fez das suas e roubou o fogo mais uma vez, desta vez um fogo maior, não se contentando com pouco, o Prometheus levou o Sol.
domingo, novembro 12, 2006
Porque é que há de ser azul?
River Bend, Winter
Tenho tanto para fazer, por fazer...a cabeça dói, a noite ficou mal resolvida, não cheguei ao sétimo céu...primeiro, segundo, terceiro, quarto...fiquei por aí, e mais nao fui capaz, o elevador não quis subir, a porta nao quis abrir, e o meu sonho ficou por sonhar, mas nada de lamentos, ha muitas noites pelas frente, muitos prédios modernos com elevadores super sónicos que me levarão à torre mais alta, da montanha mais fria, do castelo mais luminoso!!
Hoje dormi mal, tinha sono, mas as vezes isso não chega...eu sei que me percebem.
Acordei cedo, não tinha café, saí à rua, manhã cinzenta,asseguro-me que trouxe tudo o que preciso...o novelo no bolso, o fio sai pela parte inferior da porta,e não se partiu, vidros embaciados, um Sol ao fundo dourado e delirante, enfim o café desceu pela minha garganta, um "ah" de satisfação, contento-me com tão pouco, no que toca a pequenas coisas, agora tudo o que for o "resto" quero mais, maior, mais forte, mais alto, mais rico, mais feliz, mais vivo, mais contemplativo, mais sonhador...o carro não deu problemas, o coração bate mais forte.
A camisola vai ficar bonita não duvidemos!
Nem sei ao que escrevo, nem o porquê, pouco interessa, não escrevo por obrigação, não sou escrava agrilhoada das palavras, sou princesa do som da grafia, escrevo porque me imponho a mim mesma, escrevo porque me faz bem, escrevo porque faz parte dos sentimentos inatos,tento imaginar um mundo sem palavras...perdida! Escrevo por se não o fizesse daria em lúcida e odeio a lucidez, a lucidez é mesquinha, caíamos antes na inconsciência, rememos antes num mar prateado, porque é que há de ser azul?
quinta-feira, novembro 09, 2006
Quando o Sol brilha
terça-feira, novembro 07, 2006
Sombras Vs (...)








